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EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA
PARCERIAS INSTITUCIONAIS
Participação das cooperativas
NOVOS CAMINHOS PARA O RAMO AGRO NA BAHIA
Serviço:
Notícias representação
Brasília (1º/4/19) – Tornar mais efetiva a comunicação com a base e ampliar o alcance das ações de representação dos interesses do cooperativismo brasileiro, no âmbito do Executivo, do Legislativo e do Judiciário. Essas são as razões da reorganização do número de ramos do movimento cooperativista nacional, aprovada pela assembleia geral ordinária da OCB, na quarta-feira passada.
Antes disso, o cooperativismo brasileiro era classificado nos seguintes segmentos: agropecuário, consumo, crédito, educacional, especial, habitacional, infraestrutura, mineral, produção, saúde, trabalho, transporte, turismo e lazer. Com a aprovação dessa nova classificação, as quase sete mil cooperativas brasileiras passam a integrar sete ramos.
O presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, explicou que nada muda na rotina das cooperativas e que a mudança se faz necessária para promover o fortalecimento e dar maior representatividade para alguns segmentos de cooperativas. Confira na entrevista, abaixo!
Salvador (5/4/2019) – Na última sexta (5), na sede do Sistema OCEB, durante o evento “Café com o Presidente”, Cergio Tecchio conversou com os funcionários da OCEB e do SESCOOP/BA sobre a reorganização dos ramos, apresentando os principais aspectos dessa mudança. Ele ressaltou que essa divulgação é papel das organizações estaduais que compõem a OCB envolvidas nesse processo de transição para a reclassificação dos ramos do cooperativismo e todos que atuam em prol do cooperativismo baiano precisam estar informados sobre o assunto.
Entrevista com Márcio Lopes:
Porque o cooperativismo é dividido em ramos?
A classificação das cooperativas brasileiras em ramos é necessária para que a OCB se organize internamente e, assim, otimize os esforços de suas equipes, com vista ao máximo aproveitamento das ações de representação dos interesses dos cooperados junto aos Três Poderes. Vale dizer que a Lei nº 5.764/1971 não faz essa classificação, mas a OCB, seguindo a tendência mundial de segmentar para melhor representar e visando dar cumprimento às suas competências legais, deliberou fazer o mesmo.
Simplificando: o que queremos é conversar melhor com a nossa base, debatendo com elas as suas necessidades, agrupando-as conforme suas afinidades e, por fim, construindo um ambiente cada vez mais sólido para que se desenvolvam com sustentabilidade.
Porque repensar esse formato?
Para darmos cumprimento às competências da OCB, em especial a de defesa e representação das cooperativas, de maneira mais efetiva. A reclassificação traz como principal benefício o atendimento do Sistema OCB com maior representatividade, em uma organização que apresenta ramos robustos. Além disso, a organização em grandes setores é mais adequada e flexível para se adaptar às rápidas mudanças de mercado e inovação. E como consequência temos uma maior padronização, alinhamento de discurso e comunicação mais assertiva.
Como foi o processo de reorganização dos ramos?
A OCB, através de um grupo de trabalho constituído por representantes de todas as regiões, indicados pela Diretoria, estudou critérios elegíveis para aglutinação, como legislação própria, regulação específica e impactos tributários. Em dezembro (2018), apresentamos o resultado desse processo tanto à Diretoria quanto à assembleia geral extraordinária, oportunizando que fossem apresentadas sugestões, que seriam posteriormente avaliadas pelo grupo de trabalho. E, agora no dia 26/3, validamos a reorganização junto à Diretoria da OCB, apresentando os resultados e encaminhamentos na assembleia geral ordinária, realizada no dia seguinte (27/3).
Como fica agora?
Então, como já dissemos, dos 13 ramos que tínhamos, contaremos agora com sete. Alguns deles foram agrupados a outros, podendo haver reclassificação das cooperativas a partir desta reorganização. As mudanças são as seguintes:
Ramo Produção de Bens e Serviços: é a nova denominação do antigo Ramo Trabalho. A partir de agora, esse novo ramo engloba as cooperativas que prestam serviços especializados a terceiros ou que produzem bens tais como beneficiamento de material reciclável e artesanatos, por exemplo. Ele reúne todas as cooperativas de professores e dos antigos ramos: produção, mineral, parte do turismo e lazer e, por fim, especial.
Ramo Infraestrutura: composto por cooperativas que prestam serviços relacionados à infraestrutura a seus cooperados. Por exemplo: geração e compartilhamento de energia elétrica e, agora, com a incorporação do Ramo Habitacional, também terá as cooperativas de construção de imóveis para moradia.
Ramo Consumo: composto por cooperativas que realizam compra em comum tanto de produtos quanto de serviços para seus cooperados (supermercados, farmácias). Engloba, também, as cooperativas formadas por pais para contratação de serviços educacionais e também aquelas de consumo de serviços turísticos (antigamente classificadas dentro do Ramo Turismo e Lazer).
Ramo Transporte: este ramo preserva sua nomenclatura, mas seu conceito foi ajustado. A definição do ramo passa a trazer expressamente a condição do cooperado de proprietário ou possuidor do veículo. Deste modo, cooperativas formadas de motoristas de veículos de carga ou de passageiros, que não detenham a posse ou propriedade destes, devem ser classificadas no Ramo Produção de Bens e Serviços; Além disso, as cooperativas que se dediquem a transporte turístico, transfers, bugues, cujos cooperados sejam proprietários ou possuidores dos veículos e que eventualmente estejam enquadrados no Ramo Turismo e Lazer devem ser reclassificadas para o Ramo Transporte.
Ramo Saúde: composto por cooperativas formadas por médicos, odontólogos ou profissionais ligados à área de saúde humana, enquadrados no CNAE 865. O novo Ramo Saúde também engloba as cooperativas de usuários que se reúnem para constituir um plano de saúde, pois são consideradas operadoras.
Ramo Agropecuário: composto por cooperativas relacionadas às atividades agropecuária, extrativista, agroindustrial, aquícola ou pesqueira. Não sofreu alteração.
Ramo Crédito: composto por cooperativas que prestam serviços financeiros a seus cooperados, sendo-lhes assegurado o acesso aos instrumentos do mercado financeiro. Não sofreu alteração.
Diante da modernização dos ramos, como fica o modelo de governança?
Com essa simplificação, também estamos estudando a alteração do modelo de governança deles. Dessa forma, a proposta a ser debatida trará apenas sete conselhos consultivos e, dentro deles, câmaras temáticas. Com isso, cada coordenador de cada câmara assume, automaticamente, a função de conselheiro. Basicamente, as mudanças a serem discutidas ao longo deste ano no âmbito dos Conselhos Consultivos são as seguintes:
Ramo Produção de Bens e Serviços
- Câmara Temática das Cooperativas de Trabalho;
- Câmara Temática das Cooperativas Sociais (antigo Ramo Especial);
- Câmara Temática das Cooperativas de Garimpeiros;
- Câmara Temática das Cooperativas de Produção;
- Câmara Temática das Cooperativas de Professores;
- Câmara Temática das Cooperativas de Profissionais do Turismo.
Ramo Infraestrutura
- Câmara Temática das Cooperativas de Geração Distribuída;
- Câmara Temática das Cooperativas de Energia e Telecom;
- Câmara Temática das Cooperativas de Irrigação;
- Câmara Temática das Cooperativas Habitacionais.
Ramo Consumo
- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo;
- Câmara Temática das Cooperativas de Consumo de Serviços de Turismo;
- Câmara Temática das Cooperativas de Pais.
Ramo Transporte
- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Cargas;
- Câmara Temática das Cooperativas de Transporte de Passageiros.
E, por último, os Conselhos Consultivos dos ramos Agropecuário, Crédito e Saúde não sofreram alterações em sua estrutura.
O que muda, na prática, para as cooperativas?
Nada. As cooperativas não terão nenhum ônus com essa reclassificação. A rotina delas segue normalmente. É importante reforçar que a classificação, como dito, tem seu alcance apenas internamente, na organização da representação e defesa das cooperativas. Não se presta, portanto, para definir o tratamento tributário, o enquadramento sindical ou mesmo a legislação aplicável a cada ramo. Todos esses pontos seguem sendo analisados a partir do objeto social e dos atos praticados pela cooperativa com seus cooperados.
Qual o papel das organizações estaduais nesta reorganização?
As organizações estaduais têm um papel essencial no processo de transição dessa nova forma de classificação. Além de divulgar a novidade, nossas equipes nos estados têm a tarefa de reclassificar, internamente, as cooperativas de acordo com essa nova conceituação. Elas têm até o dia 31/10 para concluir essa fase e, para informar à unidade nacional, as mudanças ocorridas em seus sistemas. Isso é importante para que nós, da unidade nacional, realizemos a atualização no nosso sistema, até o dia 31/12. Estimamos que, pelo menos, mil cooperativas necessitem de reclassificação, mas repito: na prática, nada muda para as cooperativas.
Site OCB (Com acréscimos Ascom Sescoop/BA)
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No ano em que é celebrado 50 anos de atuação junto as cooperativas brasileiras, a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), realizará a 14ª edição do Congresso Brasileiro do Cooperativismo (CBC) no período de 08 a 10 de maio de 2019, em Brasília/DF.
O Congresso é um espaço para tomada de grandes decisões que definirão os rumos do movimento cooperativista no Brasil para os próximos anos. Assim, reconhecendo a importância da participação feminina nesse espaço, a OCB realiza o Concurso Cultural “Embaixadora Coop”, cujo objetivo é agregar ao CBC a participação de 20 mulheres, cooperadas, que terão todas as suas despesas (passagem + hospedagem + refeições + credenciais de congressista) pagas pela instituição, para contribuírem na construção das diretrizes que serão traçadas para o cooperativismo nos próximos anos.
PARA PARTICIPAR:
1. A mulher precisa ter mais de 18 anos.
2. Ser cooperada.
3. A cooperativa da qual faz parte precisa estar ativa e regular junto a OCB, conforme Regimento Interno do 14º CBC.
4. Morar no Brasil.
COMO PARTICIPAR:
Deve ser enviada uma frase, com até 250 caracteres (incluindo espaços), respondendo a pergunta: “Como podemos construir juntos o cooperativismo do futuro?”
As inscrições podem ser realizadas através do site do concurso concursocultural.cbc.coop.br , até o dia 28 de março de 2019 e os resultados serão divulgados no dia 05 de abril de 2019 na página do Facebook do Sistema OCB. Confira o regulamento completo clicando aqui.
Assim como a “Embaixadora Coop”, foi realizado o Concurso Cultural “Jovens Embaixadores”, onde 20 jovens cooperados foram selecionados, dentre eles a baiana Daniele Carmo Scopel, assistente de crédito da cooperativa Sicoob Costa do Descobrimento, localizada na Região Extremo Sul.
Contamos com a sua participação! Vem com a gente!
Com informações da OCB.
Notícias representação
O Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia-OCEB, em parceria com o Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia- SESCOOP/BA e a Organização das Cooperativas Brasileiras – OCB, realizou na última sexta-feira (07/12) o “I Workshop de Energias Renováveis para o Cooperativismo: os desafios e perspectivas na geração compartilhada”.
No evento, que contou com a participação de cooperativistas de diferentes ramos do Sistema Cooperativista Brasileiro, estiveram presentes também representantes de instituições ligadas ao tema, como: Ministério de Minas e Energia, Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado da Bahia - SDE e Companhia de Eletricidade do Estado da Bahia – Coelba. A atividade foi iniciada com as boas-vindas do presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, que destacou a importância da temática para as cooperativas “que são uma das principais beneficiárias, quando o assunto é inovação e distribuição de energia”.
Dando início ao ciclo de palestras, o Superintendente de Atração e Desenvolvimento de Negócios, da Secretaria de Desenvolvimento do Estado da Bahia, Paulo Guimarães, fez um panorama sobre o setor de energias renováveis no estado e sobre as viabilidades que as cooperativas têm ao adotarem esse modelo. “Hoje é muito importante que a população em geral, e principalmente, empresas de pequeno e médio porte, cooperativas e municípios, tomem conhecimento da potência que as energias renováveis têm para a geração de negócio, também para a redução de custos dessas empresas. Cooperativas têm todas as possibilidades de se tornarem mais viáveis economicamente se aproveitarem esse potencial, principalmente da energia solar. Porque elas terão capacidade de ter retorno desse investimento em pouco tempo, reduzindo muito o seu custo de energia elétrica, que, muitas vezes, é um fator determinante para um projeto ou outro”.
Com a missão de disseminar sobre as dinâmicas da geração de energia compartilhada, Lívio Teixeira, do Ministério de Minas e Energia, abordou a relevância de difundir o modelo. “A geração distribuída está crescendo e uma das políticas no Ministério é incentivar o desenvolvimento desse modelo de geração. Por isso, vemos esse evento como uma oportunidade importante para a gente, no sentido de disseminar as informações do Ministério. Esse momento é muito importante para as cooperativas, para que elas também comecem a perceber outras possibilidades de investimento”.
Para Marcelo Feraz, Consultor de Geração Distribuída da Coelba, a atividade funcionou como um retorno das expectativas dos consumidores e empresários baianos, que, cada vez mais, têm demostrado interesse nos modelos de geração de energia limpa. “É gratificante ver que a sociedade tem abraçado. Afinal de contas não tem só o fator financeiro, tem o fator da preservação do meio ambiente em si. Então é importante para nós recebermos esse feedback dos empresários e dos consumidores. A ideia está avançando bastante. A distribuidora está se organizando e avançando para receber essa demanda que está crescendo cada vez mais”, afirmou.
CASES DE SUCESSO
Com o objetivo de atualizar e informar as cooperativas sobre este tema tão atual, que alia o desenvolvimento socioeconômico e a preocupação com o meio ambiente, o “I Workshop de Energias Renováveis para o Cooperativismo: os desafios e perspectivas na geração compartilhada” em sua programação contou com a apresentação de dois casos de sucesso de cooperativas que já conseguem desenvolver o cooperativismo de Energia Sustentável no Brasil: da Cooperativa Brasileira de Energia Renovável – COOBER (PA) e do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil – Sicoob (ES).
Para o Consultor e Sócio Fundador da COOBER, Claudio Barbosa, a “geração distribuída” e cooperativismo são temas relacionados em suas matrizes e princípios. “Falar de energia renovável para quem é cooperativista é muito mais fácil, pois geração distribuída de energia não é nada mais que colocar o cooperativismo em prática. A geração distribuída depende realmente do cooperativismo, porque há a redução de custos na implantação e o benefício coletivo da localidade”.
Apresentando a experiência do Sicoob/ES, que instalou uma usina fotovoltaica em uma de suas agências e tem financiado projetos para a produção de energia limpa, o Diretor Presidente do Sicoob Centro-Serrano e Diretor Vice-presidente do Sicoob Central (ES), Arnor Kerckhoff, abordou a necessidade de compartilhar experiências de sucesso entre as cooperativas brasileiras.
“O cooperativismo se constrói dividindo. Nós conseguimos achar um modelo de negócio para a geração de energia compartilhada e nós viemos partilhar esse modelo de gestão com o sistema cooperativista da Bahia. Se aplicarmos esse modelo, de imediato, teremos o impacto econômico, logo após, impactos ambientais positivos, contribuído para o meio ambiente, gerando energia limpa”, afirmou.
COOPERATIVISMO E GERAÇÃO DE ENERGIA
Atentos à necessidade de discutir pautas que também possam garantir a participação das cooperativas em novas oportunidades de negócios, à luz da Resolução 482/2012 da ANEEL, o “I Workshop de Energias Renováveis para o Cooperativismo: os desafios e perspectivas na geração compartilhada” contou com a presença do Analista Técnico Econômico do Sistema OCB, Marco Olívio, que abordou a viabilidade técnica e econômica de implantação de projetos de energias renováveis para o cooperativismo.
A Engenheira Agrônoma do Sistema OCEB, Carine Andrade, ressaltou a necessidade de abordar o tema. “A discussão sobre energias renováveis vem ganhando espaço e importância na busca por um desenvolvimento sustentável. Sendo de extrema relevância o Sistema Oceb promover eventos como esse, para que as cooperativas baianas conheçam mais sobre o assunto, demonstrando a potencialidade da geração compartilhada de energia como uma excelente oportunidade para o cooperativismo”.
Ascom OCEB
Notícias representação
O Sistema Cooperativista Baiano se empenha para promover o desenvolvimento das cooperativas do estado que atuam em diversos setores da economia. Uma das ações é a realização de encontros dos ramos para que as cooperativas se aproximem e debatam temas de interesse comum. Na última segunda (3/12) foi a vez das cooperativas de trabalho do Sistema OCEB se reunirem, em Salvador, para conhecer o Projeto de Sustentabilidade do Ramo Trabalho e traçar estratégias para ampliar seu acesso ao mercado.
O evento teve a participação da Coordenadora Nacional do Ramo Trabalho na OCB - Organização das Cooperativas Brasileiras, Margaret Garcia da Cunha, e da Analista Técnica e Econômica da OCB, Carla Neri, que apresentaram o Projeto de Sustentabilidade para o público. Elas explicaram que esse projeto veio em resposta aos desafios enfrentados pelas cooperativas deste ramo, no que diz respeito à imagem perante a sociedade, aos órgãos de fiscalização, Poder Judiciário e tomadores de serviços.
Projeto de Sustentabilidade
Atento a essa realidade, o Sistema OCB tem buscado fortalecer o modelo societário cooperativista de trabalho e assegurar que cooperativas legítimas não sofram restrições no mercado. “A gente vem fazendo no Sistema OCB todo um trabalho de desmistificar essa imagem negativa, e para melhorar essa imagem a gente entendeu que havia uma necessidade de fazer um trabalho interno. O projeto sustentabilidade é isso: um trabalho de conformidade das cooperativas de trabalho com a legislação que a gente tem hoje”, explicou Carla.
Os resultados esperados com o projeto foram apontados por Margaret Garcia. “Precisamos estar em conformidade com Lei 12.690/2012. O intuito desse projeto é ter subsídios para negociar com o Ministério Público do Trabalho, e a OCB ter como representar bem o ramo trabalho. Ter dados para apresentar”. Ela falou, ainda, sobre o que almeja: “Que o ramo trabalho comece cada vez a se especializar mais, estar em conformidade e se profissionalize”.
Um aliado das cooperativas para avaliar se estão ou não em conformidade com as questões societárias, princípios e boas práticas de trabalho cooperativista é o PAGC – Programa de Acompanhamento da Gestão Cooperativista. A Analista de Monitoramento do Sescoop/BA, Geisa Félix, apresentou a situação das cooperativas baianas que aderiram ao PAGC e passaram pela rodada de avaliações. Ela lembrou da importância das cooperativas cumprirem seus planos de melhorias, a partir do que foi diagnosticado, para que tenham condição de oferecer melhores serviços e, consequentemente, se posicionem de forma mais competitiva no mercado.
Desafios e oportunidades
A etapa de debate entre os representantes das cooperativas foi, para Marília Reis, Conselheira Diretora do Ramo Trabalho na OCEB, um momento fundamental. “Achei o ponto alto do encontro as cooperativas se conhecerem, falarem de suas dores, suas dificuldades e, na percepção de cada uma, as possíveis soluções [para essas dificuldades]”.
A expectativa de Aline Fantin, enfermeira cooperada da COOPS - Cooperativa de Trabalho dos Profissionais de Saúde, é “colocar em prática o que conseguimos discutir aqui”. Para ela, o encontro oportunizou a integração e o debate coletivo de situações comuns que ocorrem com e nas cooperativas de trabalho. Já para Alexandre Machado Sampaio, administrador na Cooperativa Unibrasil Saúde, o evento foi “muito enriquecedor porque demonstrou a força que o cooperativismo, no caso do ramo trabalho, tem. Foi benéfico no sentido de mostrar que juntos somos mais fortes”.
O público ficou ainda mais motivado com as reflexões trazidas por Marcelo Vieira na sua palestra “Competividade para Novos Mercados”. Ele destacou o grande potencial do cooperativismo como economia colaborativa, pois “é a causa e a essência do nosso negócio”, disse. Ele convidou a todos para perceberem o que o mercado quer das empresas, das cooperativas, e da importância de construir experiências a partir da marca para encantar os clientes.
Futuro
Os participantes saíram do evento com o compromisso de se unirem cada vez mais, trabalharem juntos, com intercooperação, e as cooperativas podem continuar contando com o Sistema OCEB para aprimorarem a sua gestão, objetivando, sobretudo, a ampliação do seu acesso ao mercado com inteira adesão ao Projeto de Sustentabilidade do Ramo.
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Por Ascom Sescoop/BA
Notícias representação
O Sistema OCEB realizou mais uma edição do Encontro de Alinhamento Estratégico, na última quinta-feira (08/11) e sexta-feira (09/11). A atividade, que está na sua nona edição, reuniu os Conselheiros e funcionários do Sistema OCEB e dirigentes de cooperativas baianas, além de contar com a participação de representantes, parceiros estratégicos e instituições ligadas à prática educacional e cooperativista, como: Universidade do Estado da Bahia - UNEB, Universidade do Recôncavo da Bahia - UFRB, Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia - UESB, Instituto Federal Baiano – IF Baiano, Federação das Indústrias do Estado da Bahia – FIEB e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae/BA, além da participação da Gerente Geral do SESCOOP Nacional, Karla Tadeu, da Gerente de Planejamento, Pricila Topolski, e da Analista de Promoção Social, Gleice Moraes.
No primeiro dia de evento, o presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, deu as boas-vindas ao público, enfatizando a importância da contribuição de cada um para disseminar a cultura cooperativista, levando também em conta o momento de transição política com a entrada de um novo governo. “O cooperativismo tem uma missão: fazer a vida das pessoas melhores. É uma missão ainda maior para nós que participamos de um evento como esse. Se colocarmos os princípios do cooperativismo em prática, vamos mudar a sociedade. No novo país que está surgindo, precisamos continuar fazendo a diferença”, afirmou.
Apresentando as “Novas Diretrizes do Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo – SESCOOP”, Karla Tadeu, Gerente Geral do SESCOOP Nacional, pontuou a necessidade da aplicação do plano. “Essa diretriz precisa ganhar vida, ela não pode ser um caderninho para ficar ali guardado, mas sim um instrumento vivo. A ideia é transformar a diretriz em um ciclo virtuoso, gerando propósito para as cooperativas, mostrando onde a gente quer chegar. Por isso, precisamos planejar, arregaçar as mangas e fazer acontecer.”
Para a Conselheira da OCEB e Presidente da Cooperativa de Ensino da Região de Irecê - Coperil, Alaerte Miranda, o encontro foi primordial para estreitar laços entre as cooperativas baianas. “Foi uma verdadeira imersão. Muita satisfação em ver o quão bem representado as nossas cooperativas estão em nível estadual e nacional. Aproveito para tirar o chapéu para a equipe que é pequena para tanta coisa que faz”, comentou.
Abordando sobre a necessidade de disseminar a doutrina cooperativista, José Paulo Crisóstomo, Secretário Executivo do Conselho Estadual de Cooperativismo na Bahia – Cecoop, aproveitou a oportunidade para destacar a necessidade de debater o cooperativismo nas mais distintas instâncias do poder público. “Precisamos fazer com que todas as autoridades passem a conhecer a Lei Estadual do Cooperativismo. Nos próximos anos, nós teremos 600 milhões de pessoas desempregadas no mundo, segundo a ONU, e qual a alternativa apresentada para a superação desse problema? O Cooperativismo. O maior instrumento de promoção do desenvolvimento, de inclusão social é o cooperativismo. Precisamos trabalhar isso junto às autoridades e a sociedade, com um debate permanente na Assembleia Legislativa, e junto aos prefeitos municipais porque é lá que acontecem as ações.”
Desenhando os próximos passos do cooperativismo baiano, Osvaldo Ribeiro, membro do Cecoop e associado da Cooperativa de Profissionais Liberais da Bahia - Cooliba e do Sicoob CredExecutivo, aproveitou a oportunidade para ressaltar a importância do cooperativismo do ramo crédito como impulsionador da economia nacional. “O cooperativismo é instrumento de inserção do indivíduo na sociedade. Quando falamos do ramo crédito é uma outra ferramenta de inserção do indivíduo no mercado financeiro. Hoje nós temos 90% do mercado financeiro concentrado em 5 instituições e eu acho que o cooperativismo de crédito, chamado de financeiro, atualmente, vai fazer uma grande diferença e tem um grande espaço para crescer.”
EDUCAÇÃO COOPERATIVISTA
Atrelado ao quinto princípio cooperativista, que tem como base a promoção da educação, o Encontro de Alinhamento Estratégico deste ano contou com a participação de professores de universidades e escolas baianas, que, na oportunidade, contribuíram na construção do debate.
De acordo com Professor da UFRB e Coordenador do Curso de Tecnologia em Gestão de Cooperativas, Ugo Matias, além de um momento de prestação de contas e interação o evento é uma possibilidade de conhecer o cooperativismo baiano e suas aplicações por meio do contato com as cooperativas. “Como representante de um curso que deve formar gestores em cooperativa, para mim é muito bom ver que se trata na verdade de um mercado, um campo de trabalho, de negócios, muito dinâmico, em que as pessoas estão dispostas e motivadas. Essa energia é muito boa para levar de volta. Além dela, pude testemunhar as discussões que estão sendo feitas e os futuros gestores que lá são formados precisam estar avisados de tudo isso, além do fato de que eles precisam estar avisados das ferramentas e apoio que um sistema como esse oferece às cooperativas que operam no mercado. Esse sistema tá absolutamente comprometido com o propósito de oferecer educação cooperativista, fomentar e fortalecer a cultura cooperativista.”
PARCERIAS INSTITUCIONAIS
Como forma de fortalecer os laços com empresas que também atuam com foco em desenvolvimento socioeconômico, o evento também foi palco para encontro e trocas entre instituições. A Analista Técnica da Unidade de Gestão do Portfólio do Sebrae/BA, Vanessa Mutare, destacou os a importância de “estreitar esse relacionamento porque tanto as cooperativas quanto o Sebrae têm um objetivo comum, que é capacitar os empresários, promover esse desenvolvimento empresarial no país. É importante conhecer como funcionam as cooperativas, quais as diretrizes, os objetivos estratégicos de cada uma e, com isso, a gente também fazer um planejamento interno dentro da instituição para ver qual é a melhor forma de fazer essa parceria para que dê certo, para que 2019 a gente tenha uma atuação diferente, a gente consiga trabalhar de forma mais harmônica e conjunta. Ter conhecido muitas pessoas foi uma grande oportunidade, conhecer gestores de diversos municípios, trazer essa vivência, esse olhar externo, e agora é a gente conseguir traçar novas estratégias de atuação.”
Desbravando um novo universo, a Analista de Estudos Técnicos da FIEB, Ana Paula Almeida, vê com surpresa as iniciativas do Sistema OCEB. “Eu não sabia que as cooperativas tinham todo esse engajamento. Fiquei impactada positivamente. O cooperativismo é uma tendência e que deve se fortalecer no Nordeste. Estamos no caminho certo na Bahia.”
Os participantes também puderam acompanhar a apresentação do trabalho que está sendo realizado pelo Sistema OCEB em 2018 para contribuir com o desenvolvimento do cooperativismo baiano nas mais diferentes vertentes (gestão, governança, representação) e do que está planejado para 2019.
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Ascom Sistema OCEB
Fotos: Neo Santana
Notícias representação
Nos últimos dias 18 e 19 de outubro, representantes cooperativistas de toda a Bahia participaram do V Bahiacoop – Encontro Estadual de Cooperativas Baianas. Esse é o maior evento do cooperativismo no estado e não é por acaso. Reuniu cerca de 300 participantes e teve como objetivo disseminar a cultura da cooperação, fomentar o potencial das cooperativas para a realização de negócios e aprimorar a relação entre cooperativas e seus cooperados.
Nesta edição o tema central foi “Os desafios das Cooperativas na organização dos seus quadros sociais”. O destaque foi a presença do presidente da ACI (Aliança Cooperativa Internacional), Ariel Guarco, que veio pela primeira vez ao Brasil após iniciar seu mandato na instituição, para ministrar a palestra magna “Pertencimento Cooperativista: União Capaz de Mudar o Mundo”, na abertura do evento no dia 18.
Para Guarco, esta foi uma excelente oportunidade de conhecer em profundidade o movimento cooperativo baiano. “Acredito que a participação nessas reuniões nos dá a possibilidade de entender melhor nosso potencial e os desafios que temos juntos. Muitas vezes, as cooperativas são vítimas de um ambiente econômico desfavorável ao desenvolvimento solidário, mas, na minha opinião, uma maneira de quebrar essa tendência é construir fortes laços entre os cooperados, as cooperativas e instituições específicas do setor”, comentou.
A abertura do Bahiacoop foi feita pelo presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, que agradeceu entusiasmado a presença de todos e reforçou o quanto o cooperativismo tem se desenvolvido no país, e a importância do evento para promover a intercooperação e o fortalecimento do setor. Também deram as boas-vindas ao público, o presidente da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), Márcio Lopes de Freitas, o presidente da Aliança Cooperativa Internacional - ACI, Ariel Guarco, e o representante do Governo Estadual, José Paulo Crisóstomo, que é o Secretário Executivo do Conselho Estadual do Cooperativismo.
Márcio Lopes expressou a sua satisfação de participar desse momento. Segundo ele, “é uma maneira de ter a percepção do movimento do cooperativismo baiano e acaba sendo uma referência para outros estados”. Ele também comentou ser fundamental a escolha do tema relacionamento com o associado, pois “em um tempo onde os valores, princípios, em especial a confiança, que está em baixa na sociedade, você cultivar confiança, trazer mecanismos que cultivem, que criem, que propaguem a confiança é fundamental para o desenvolvimento do cooperativismo”, ressaltou.
José Paulo Crisóstomo falou sobre a relevância do cooperativismo na vida das pessoas. “Na verdade nós temos o desafio na Bahia de mostrar, cada vez mais, os casos de sucesso e começar a multiplicar, mostrando para as autoridades municipais, para o legislativo, para os diversos membros do executivo, a importância do cooperativismo na geração de trabalho e renda, na inclusão social, na promoção do desenvolvimento, no apoio a tudo que faz com que melhore a vida das pessoas”, disse.
Sobre as palestras do dia 19
Para dialogar com o público sobre gestão, planejamento e valores cooperativistas, também estiveram no time de palestrantes do V Bahiacoop: o líder cooperativista nacional, João Paulo Koslovski, a assessora de ação educativa da Lar Cooperativa (PR), Carmem Teresa Zagheti, e o filósofo e colunista do Jornal Folha de São Paulo, Luiz Felipe Pondé.
“Planejar é decidir fazer”. Essa foi uma das reflexões trazidas pelo palestrante João Paulo Koslovski, que também apresentou sobre as etapas que envolvem o planejamento estratégico e qual o impacto no desenvolvimento das cooperativas. Ele também falou sobre a experiência do Paraná na elaboração do planejamento estratégico sistêmico do cooperativismo, desde a década de 70, destacando os aprendizados e resultados alcançados.
Já para tratar sobre “Relacionamento com o Associado” com muita propriedade, o evento recebeu Carmem Teresa, que compartilhou o trabalho que tem sido feito na Cooperativa Agroindustrial Lar nas diferentes dimensões (econômica, social e ambiental) para estimular a participação dos associados e funcionários na cooperativa, com ações pautadas em valores e voltadas para a educação cooperativista. “Fazer parte de uma maneira efetiva e afetiva”, disse Carmem em vários momentos da palestra, expressando que esse é o compromisso da cooperativa em promover o desenvolvimento econômico e social dos associados e comunidade.
Para enriquecer, ainda mais, as reflexões sobre o tema, o associado e Coordenador do Conselho Fiscal da Lar Cooperativa Agroindustrial, o jovem Adriano Finger, contou sua história de vida e do quanto a participação na cooperativa tem contribuído positivamente para a sua trajetória pessoal e profissional.
A última palestra foi de Luís Felipe Pondé sobre “A prática de valores cooperativistas”. Ele envolveu o público com sua abordagem crítica sobre ética e valores, principalmente no contexto da sociedade brasileira.
Participação das cooperativas
O Bahiacoop também abriu espaço para as cooperativas baianas fazerem negócios por meio da exposição de seus produtos e serviços. Nesta edição participaram da exposição as seguintes cooperativas: Lifecoop, CTES, Aerovan, Sicredi Salvador, Sicoob Cooperbom, Uniodonto Salvador e Cooliba, além do Sicoob Central. O Sistema OCEB aproveitou a oportunidade para montar seu stand com a identidade visual do SomosCoop para ampliar a visibilidade desse Movimento que levanta a bandeira do cooperativismo no Brasil.
A intercooperação também foi foco durante a apresentação dos casos de sucesso das cooperativas baianas – Sicredi Região Sul da Bahia (Itabuna), Sicoob Cooperbom (Salvador) e a Coopeb (Barreiras) - que desenvolvem boas práticas de gestão e governança em suas áreas de atuação. A experiência da Sicoob Cooperbom foi sobre as ações implementadas para promover a expansão do atendimento nacional; já a da Coopeb foi voltada para a organização social com foco no relacionamento entre cooperado e cooperativa; e a Sicredi Região Sul da Bahia apresentou seu projeto que promove educação financeira para o público infantil.
Realização
O V Bahiacoop foi promovido pela OCEB (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia) e pelo Sescoop/BA (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia), com patrocínio da OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras) e apoio da Revista MundoCoop.
Acompanhe todos os conteúdos (fotos, notícias e apresentações) do V BahiaCoop no site: https://ola.coop.br/bahiacoop
Por Ascom Sistema OCEB (Com informações da MundoCoop)
Fotos: Surpreender Eventos
Notícias representação
Nos dias 03 e 04 de setembro uma delegação composta por conselheiros e dirigentes de cooperativas baianas, além de representantes do Sistema OCEB, totalizando 23 participantes, visitaram o estado de Santa Catarina, com finalidade de cumprir agenda estratégica voltada ao segmento agropecuário.
A delegação, articulada pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia (Sescoop/BA), iniciou a agenda com uma visita a sede do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado de Santa Catarina (Ocesc), seguindo para a Secretaria de Estado da Agricultura e da Pesca de Santa Catarina, onde foram recebidos pelo secretário, Airton Spies e, por fim, na Federação das Cooperativas Agropecuárias de Santa Catarina (Fecoagro), onde foram recepcionados pelo diretor executivo, Ivan Ramos , que apresentou a Federação e suas Cooperativas, que juntas geram negócios em torno de 7,4 bilhões.
Segundo o diretor-tesoureiro da Cooperativa dos Produtores Rurais da Bahia (Cooperfarms), Marcelino Kuhnen, a visita possibilitou enxergar um novo desafio para o cooperativismo baiano. “Santa Catarina é o berço do cooperativismo nacional. Todas as vezes que nós chegamos aqui a gente vê como é desenvolvido o cooperativismo, como funcionam as cadeias produtivas e como são estruturadas, capazes assim de agregar valor aos produtos. Vemos não só as cooperativas empenhadas, mas o governo e toda sociedade. É uma coisa natural do estado. Esse é o desafio para a gente levar para a Bahia; fazer com que as cadeias agreguem valor e também fazer com que elas sejam valorizadas”, afirma.
O segundo dia, em visita ao oeste do estado, na cidade de Chapecó, a agenda da delegação iniciou com a visita a Cooperativa Central Aurora Alimentos, onde foram recebidos pelo vice-presidente, Neivon Canton, e pelo diretor agropecuário, Marcos Zordan, que explanaram sobre o funcionamento e gestão da empresa. As atividades foram encerradas com reunião do Fórum das Cooperativas Agropecuárias da Bahia, que tem por objetivo promover a intercooperação entre as cooperativas registradas no Sistema OCEB.
Para Jaymilton Gusmão, presidente da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense (Coopmac) e conselheiro-diretor representante do ramo agropecuário do Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia (Oceb), o momento é de aprendizado. “Nós que estamos construindo uma nova identidade do cooperativismo baiano, principalmente no ramo agropecuário, visitar os cases de sucesso ou os movimentos bem-sucedidos é fundamental para consolidarmos e construirmos nossos objetivos. Santa Catarina respira Cooperativismo, e o que mais me impressionou foi a relação das cooperativas com o governo e com o produtor.”
NOVOS CAMINHOS PARA O RAMO AGRO NA BAHIA
Segundo Onivaldo Lorenzoni, diretor-secretário da Cooperativa Agrária dos Cafeicultores de São Gabriel (Cooabriel), o evento possibilitou enxergar novos estímulos para o ramo. “Vejo que as pessoas vão voltar com mais esperança, sabendo que dias melhores virão. A bagagem que nós levaremos daqui, se colocarmos em prática, podem fortalecer nossas cooperativas e fortalecer nossos associados como as cooperativas de Santa Catarina trabalham.”
A intercooperação também foi foco das discussões do encontro. Tratando-o como ponto estratégico para o desenvolvimento, Ana Paula Silva, presidente da Cooperativa Agrícola Gandu (Coopag), afirma que o intuito da visitação é “agregar cada vez mais o ramo e fortalecer o cooperativismo. Essa visita trouxe para a gente um valor, não que estava esquecido, mas um valor que a gente precisa estar relembrando cada dia mais, que é o valor da equidade. Do grande olhar o pequeno, do pequeno se sentir valorizado. Desmistificar essa questão do grande produtor, pequeno produtor, já que no cooperativismo é um grupo de pessoas trabalhando em prol do bem comum”, conclui.
Por Ascom OCEB
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Cerca de 256 atletas e professores de sete cooperativas participaram da 7ª edição das Olimpíadas Esportivas das Cooperativas Educacionais da Bahia – OECED, promovida pelo Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia – SESCOOP/BA. Realizada no Instituto Federal da Bahia – Ifba, campus Salvador, nos dias 6, 7, 8 e 9 de setembro, participaram das olímpiadas as cooperativas dos municípios de Eunápolis, Central, Irecê, Sobradinho, Salinas da Margarida, Barreiras e Paulo Afonso.
Além dos estudantes e representantes das cooperativas, participaram da abertura os senhores Alexsandro do Carmo Silva - Diretor-administrativo da Sicoob Central BA, Everaldo Augusto – Chefe de Gabinete da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda e Esporte - SETRE e Cergio Tecchio – Presidente do Sistema OCEB, que iniciou o evento dando boas-vindas aos participantes das olimpíadas, ressaltando a importância do evento. “Essa é uma oportunidade Ímpar para a história de cada um de vocês e para história do cooperativismo baiano. O cooperativismo está nas mãos de vocês. Vocês são as sementes do cooperativismo na Bahia”, disse.
Alaerte Martins, presidente da Cooperativa de Ensino da Região de Irecê – Cooperil, e conselheira-diretora do ramo educacional da OCEB, presente em todas as edições do evento aproveitou o momento para chamar atenção para o exercício da intercooperação. “Vivenciar esse evento mais uma vez é uma emoção muito grande. É um evento muito significativo, quando falamos de esporte e quando falamos de cultura. Nossos jogos não têm uma característica de competição, eles têm uma característica de integração e dessa forma trabalhamos com os alunos das cooperativas baianas até chegarmos aqui. Levamos tanto esse pensamento, que iniciamos nossos jogos com um momento de palestra sobre cooperativismo”, afirmou ela, se referindo a palestra do consultor Leoney Miranda.
Participando pela quarta vez da OECED, a aluna Helen Nunes, 17, ressaltou a importância do evento para a criação de novos laços. “É uma forma de integração social, conhecemos novas pessoas, fazemos novas amizades, além de conhecer mais sobre o cooperativismo. Participo pelo quarto ano e cada ano que passa aprendo coisas novas. A expectativa é grande como sempre; claro que tem a questão da competição, mas o objetivo é conhecer novas pessoas e exercitar a integração”, conta.
CUNHO SOCIAL E POLÍTICA PÚBLICA
Além de integrar as Cooperativas, a OECED exerceu seu cunho social doando cerca de 350 pacotes de leite destinados ao Hospital Martagão Gesteira.
Para o diretor-administrativo da Sicoob Central BA, Alexsandro do Carmo, o momento é importante para a construção de uma consciência cidadã. “Estamos executando o sexto princípio do cooperativismo que é a intercooperação. Acreditamos que a educação cooperativista partindo desde a juventude vai formar um cidadão mais consciente, mais responsável, com interesse em compartilhar com o outro, para atingir objetivos comuns. O esporte é tudo na vida da criança. Ajuda a criança tanto no desenvolvimento físico, como na integração e criação de valores, respeito a ética”, afirma.
O representante da Secretaria Estadual do Trabalho, Emprego, Renda E Esporte - SETRE, Everaldo Augusto, aproveitou o momento para firmar um compromisso do estado. “A Setre, através da Sudesb, tem um protagonismo no esporte da Bahia, e junto com a Secretaria de Educação do Estado trata de apoiar o esporte escolar e essas modalidades que as cooperativas estão disputando. A minha presença aqui, através da representação, é disponibilizar o apoio da Sudesb para incentivar esse trabalho esportivo das escolas cooperativas, porque esse movimento tem tudo a ver com o nosso projeto de colocar o esporte como política pública. Vejo como uma coisa extremamente positiva".
As Olimpíadas Esportivas das Cooperativas Educacionais da Bahia têm como objetivo maior fortalecer o intercâmbio entre as Escolas Cooperativistas do Estado da Bahia, fomentando a cultura do Cooperativismo e educando para o exercício da cidadania. Neste ano os alunos se dividiram entre as modalidades de futsal (sub-14 e sub-17), handebol (sub-14 e sub-17), voleibol (sub-17), basquete (sub-14 e sub-17), xadrez (sub-17) e tênis de mesa (sub-17).
Por Ascom OCEB
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O Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia e o Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia, organizações que integram o Sistema OCEB, vão realizar pela sexta vez a Caminhada Cooperativista Baiana, que será no dia 22 de setembro de 2018, com concentração a partir das 7h30, no Dique do Tororó, em Salvador.
Mais um ano, o mote da caminhada será a doação de órgãos por meio da mobilização em prol da Campanha “Coopere com a Vida: Seja doador de órgãos e avise a sua família”, que tem como objetivo sensibilizar a população baiana acerca da importância da doação de órgãos e dos procedimentos relacionados a essa ação. A caminhada, que acontece dentro do “Setembro Verde”, mês dedicado ao incentivo ao transplante de órgãos, reunirá colaboradores, integrantes de diversas cooperativas do estado e todos que desejarem prestigiar e participar.
Dados divulgados pela Coordenação do Sistema Estadual de Transplantes (Coset), ligada à Secretaria de Saúde do Estado da Bahia (Sesab), apontam que a fila de espera por órgãos é alta. A Bahia tem 1.633 pacientes cadastrados em lista de espera para um transplante dos seguintes órgãos: rim, fígado, coração, pulmão e córnea. A maioria aguarda pela doação de um rim, com 916 pacientes, seguido da doação de córnea, com 710. (Dados de Julho/2018)
Para diminuir essa fila e melhorar a qualidade de vida dessas pessoas que aguardam por um órgão uma das ações seria atenuar os índices de recusa familiar à doação, pois ainda é uma das principais dificuldades apontadas pela Associação Brasileira de Transplante de Órgãos. Por isso, iniciativas de sensibilização sobre o tema, como a “Coopere com a Vida: Seja doador de órgãos e avise a sua família”, são bem-vindas e necessárias.
Junte-se a nós e venha levantar a bandeira da doação de órgãos!
Para realizar a inscrição para a Caminhada, clique aqui.
Serviço:
Campanha Coopere com a Vida: Seja doador de órgãos e avise a sua família
Evento - VI Caminhada Cooperativista Baiana
Data: Sábado - 22 de Setembro de 2018
Local: Dique do Tororó
Horário: A partir das 7h30
Aberto ao público
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Planejar o futuro do cooperativismo baiano de forma democrática. Com esse objetivo, o Sistema Cooperativista Baiano reuniu mais de 260 cooperativistas entre os meses de julho e agosto, em seis regiões da Bahia, para a sexta edição do Encontro Regional de Presidentes, Dirigentes e Gestores do Cooperativismo Baiano - Direcoop.
O evento já faz parte da agenda institucional e é fundamental para debater temas de interesse voltados ao desenvolvimento das cooperativas do estado.
PROGRAMAÇÃO
A metodologia mais uma vez garantiu que, assim como nos anos anteriores, as cooperativas tivessem voz e vez, pois os seus representantes puderam escolher dentre 39 (trinta e nove) ações estratégicas as 10 (dez) que vão nortear a execução do Plano de Trabalho da OCEB (Sindicato e Organização das Cooperativas do Estado da Bahia) e do Sescoop/BA (Serviço Nacional de Aprendizagem do Cooperativismo no Estado da Bahia) para 2019.
Vale ressaltar que, nesse exercício, o que as lideranças cooperativistas fizeram nos encontros regionais já foi fruto de um trabalho anterior, realizado durante o evento de Planejamento Estratégico Sistêmico 2019-2022 (saiba mais), que reuniu representantes dos conselhos administrativo, diretor, fiscal e de ética junto com as equipes (da OCEB e do SESCOOP/BA) para definirem os rumos e o futuro do cooperativismo baiano, sob a coordenação do Sistema OCB.
Outro ponto alto do Direcoop foi o debate sobre as cartas destinadas aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual das eleições deste ano. Em todas as cidades, o público opinou e validou as proposições apresentadas nos documentos e, além disso, refletiu sobre as reinvindicações que estão em pauta no Congresso Nacional para o desenvolvimento do cooperativismo no Brasil.
Além disso, é no Direcoop que o Sistema Cooperativista Baiano realiza a apresentação de suas ações, fruto das escolhas feitas pelas cooperativas no ano anterior, e confirma o alcance de seus objetivos para o fortalecimento e crescimento do cooperativismo na Bahia.
RESULTADOS
Para o presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, o “Direcoop se consolida como espaço democrático para construção do planejamento estratégico voltado para o cooperativismo baiano” e de legitimação do trabalho do Sistema, pois mais de 40 presidentes de cooperativas baianas participaram desse ciclo de encontros e conheceram ainda mais sobre o que tem sido feito para atender as demandas das cooperativas.
Veja, em números, o quanto esse evento promove a intercooperação e aproxima, ainda mais, o Sistema Cooperativista Baiano das cooperativas do estado:
Após o trabalho consolidado, saiba, em primeira mão, quais foram as ações estratégicas escolhidas pelas cooperativas:
1. Desenvolver ações de educação cooperativista em diferentes modalidades para as cooperativas e comunidades;
2. Estimular as cooperativas a terem foco em mercado para a melhoria dos resultados;
3. Elaborar e disponibilizar estudos econômicos e de mercado por ramo e regiões;
4. Conhecer e disseminar boas práticas de gestão;
5. Estimular o consumo de produtos e serviços das cooperativas baianas;
6. Sensibilizar o Poder Judiciário, na instância estadual, sobre a adequada interpretação do marco regulatório do cooperativismo;
7. Fomentar a intercooperação, com foco na promoção de oportunidades de negócio;
8. Implantar um programa de certificação de dirigentes para atendimento a todos os ramos do cooperativismo;
9. Aprimorar os processos estratégicos e administrativos;
10. Melhorar os meios de acesso das informações das cooperativas por meio de sistemas informatizados.
Essas prioridades vão orientar a elaboração dos projetos e atividades da OCEB e do Sescoop/BA, em 2019, que estão comprometidas com a visão de futuro: “Em 2025, o cooperativismo será reconhecido pela sociedade por sua competitividade, integridade e capacidade de promover a felicidade dos cooperados".
DIVULGAÇÃO
O ciclo 2018 do Direcoop foi amplamente divulgado nos canais de comunicação do Sistema OCEB (com fotos, notícias e vídeos) e em sites do interior da Bahia. Veja quem participou e o que achou dos eventos acessando a área de notícias deste site; a página específica do Direcoop: https://ola.coop.br/direcoop e o canal do YouTube: https://www.youtube.com/user/SistemaOCEB
Por Ascom Sescoop/BA
(Infográfico elaborado pelo Sistema OCEB)
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O ciclo do Direcoop deste ano chegou ao fim, no dia 17 de agosto, em Luís Eduardo Magalhães, depois de acontecer em 5 (cinco) cidades baianas: Feira de Santana, Salvador, Irecê, Itabuna e Vitória da Conquista.
Ao participar do evento, dirigentes, gestores, funcionários e conselheiros de cooperativas do oeste do estado puderam acompanhar a apresentação, conduzida pelo superintendente do Sistema OCEB, José Alberto Batista, sobre as ações que a OCEB e o SESCOOP/BA têm realizado para apoiar as cooperativas no seu desenvolvimento. “O Direcoop foi muito interessante porque nos coloca, diretores e funcionários das cooperativas, por dentro, a par de tudo que está sendo feito por todo o Sistema OCEB e nos deixa em um patamar de decisões democráticas junto com o Sistema”, opinou o presidente da Cooperativa de Produtores Rurais da Bahia – Cooperfarms e Conselheiro do SESCOOP/BA, Marcelo Kappes.
O público teve também a oportunidade de sugerir melhorias para o cooperativismo na região e eleger 10 (dez) ações estratégicas para compor o Plano Anual de Trabalho da OCEB e do SESCOOP/BA para 2019.
Os conteúdos tratados foram avaliados por Antônio Pedro do Carmo, gerente administrativo da Cooperativa Agrícola de Formosa do Rio Preto – COAFOR. Para ele, os assuntos apresentados o ajudaram a conhecer as ações que têm sido feitas em prol do cooperativismo baiano e complementou: “É muito importante essa união das cooperativas com o Sistema OCEB para que elas tenham um direcionamento”.
A etapa de diálogo e reflexão sobre as cartas que serão entregues aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual é um dos momentos do Direcoop onde os representantes das cooperativas mais participam e opinam. Após o debate e a consolidação das cartas, o compromisso de todos é contribuir com a divulgação desses documentos, lembrou Edlânia Carvalho, diretora pedagógica da Cooperativa Educacional de Barreiras – Coopeb: “[...] Que cada cooperativa se comprometa em difundir essa realidade, esse propósito, esse pedido ao poder público para que as cooperativas sejam mais ouvidas e mais respeitadas em todas as esferas [de poder]”.
Os participantes aproveitaram o espaço para divulgar os produtos e serviços das cooperativas e também as ações que têm realizado, a exemplo das iniciativas e projetos de promoção social contempladas no programa Dia de Cooperar – Dia C. Essa atitude contribui para que as cooperativas se conheçam mais e, sendo possível, realizem negócios.
Acompanhe a cobertura completa do Direcoop por meio da Rede Olá: www.ola.coop.br/direcoop, inclusive as fotos deste evento [aqui].
Por Ascom Sescoop/BA
Fotos: VR14
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O Direcoop reuniu gestores e líderes cooperativistas de diferentes ramos da Região Sudoeste da Bahia, além de representantes do campo universitário. Atendendo ao convite do Sistema OCEB, o público compareceu, em mais um ano, ao auditório da Cooperativa Mista Agropecuária Conquistense – COOPMAC, localizado em Vitória da Conquista, no dia 10 de agosto.
Como de praxe, o momento de boas vindas foi feito pelos conselheiros da OCEB e do SESCOOP/BA presentes no evento e, dessa vez, quem recepcionou o público foi Jaymilton Gusmão Filho, Valeriano Severino e Gerson Carlos e Cergio Tecchio. Eles destacaram a necessidade de maior integração entre as cooperativas da região para que o cooperativismo cresça e se fortaleça.
A apresentação sobre a atuação da OCEB e do SESCOOP/BA para responder às solicitações das cooperativas baianas e quais são as prioridades estratégicas do Sistema OCEB para o horizonte de 2019-2022 ficaram a cargo de Cergio Tecchio, presidente do Sistema OCEB. Ele também pediu aos participantes que escolhessem 10 (dez) ações estratégicas para integrar o plano de trabalho do Sistema OCEB para 2019.
Participando pelo terceiro ano do Encontro Regional, a secretária da Cooperativa Mista do Médio Rio Pardo - COOPARDO, Marineide de Jesus, elogiou a metodologia participativa do evento e achou que é uma oportunidade para as cooperativas se atualizarem sobre o que tem sido feito em prol do cooperativismo no estado.
A leitura das cartas que serão destinadas aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual nas eleições deste ano, e o debate sobre as propostas que constam nesses documentos, foram considerados de suma importância pelo presidente da COOPMAC, Jaymilton Gusmão. “Vamos escolher os nossos representantes e esse é o momento da gente analisar o que cada candidato tem para somar e o que ele(a) tem para fazer pelo cooperativismo. Nós, enquanto gestores e líderes de cooperativas, temos a obrigação de provocar os candidatos e saber quais são os planos que eles têm para o cooperativismo”, disse.
O Direcoop também oportuniza que pessoas que estudam sobre cooperativismo e trabalham na área acadêmica se aproximem do Sistema OCEB e das cooperativas. Foi o caso da professora da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, Maria Zilda Dantas, que participou do evento e fez um balanço positivo: “O Sistema OCEB nos trouxe conhecimento e informação sobre o movimento cooperativista na Bahia. Foram elencados itens que as cooperativas podem utilizar como forma de alavancar o seu desenvolvimento, dos seus associados, das suas famílias e da própria comunidade em que está inserida”. A professora também lembrou o quanto as cooperativas são instrumento de mudança e transformação das pessoas e da sociedade e esta foi a mensagem divulgada e reforçada no final do evento com a exibição do vídeo do Movimento SomosCoop.
O ciclo 2018 do Direcoop encerra na próxima sexta, dia 17 de agosto, na cidade de Luís Eduardo Magalhães.
Confira mais fotos do evento clicando aqui e o vídeo no canal do YouTube do Sistema OCEB [acesse aqui].
Por Ascom SESCOOP/BA
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O V BAHIACOOP trará profissionais de referência no mercado para debater tópicos de interesse das cooperativas baianas com o objetivo de disseminar a cultura da cooperação, fomentar o potencial das cooperativas para a realização de negócios e aprimorar a relação entre cooperativas e seus cooperados.
O evento deste ano abordará temas inspiradores como o planejamento estratégico realizado pelo cooperativismo paranaense, assim como o exemplo de relacionamento entre cooperativa e seus cooperados da Unimed Poços de Caldas/MG.
Para abertura do V Bahiacoop o Sistema OCEB tem a honra de receber, pela primeira vez no Brasil, o atual Presidente da Aliança Cooperativa Internacional – ACI , Sr. Ariel Guarco.
O BahiaCoop trará, também, grandes exemplos de cooperativas baianas, aderentes ao Programa de Desenvolvimento da Gestão das Cooperativas – PDGC, com índices diferenciados de gestão e governança.
O V BahiaCoop objetiva oportunizar a troca de experiências e intercooperação entre as cooperativas participantes, além de promover o cooperativismo para sociedade baiana.
Cooperativas, participem! Clique aqui e faça sua inscrição.
Serviço:
V BahiaCoop
Quando? 18 e 19 de outubro de 2018
Onde? Fiesta Convention Center – End.: Antônio Carlos Magalhães, 741 Itaigara, Salvador, BA
Horário? 18/10 – A partir das 18h e 19/10/2018 – 08h às 17h30min
Valor? R$ 100,00 (até 31/08) e R$ 150,00 (a partir de 01/09) - Há desconto para inscrição de grupo, a partir de 05 pessoas!
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Líderes cooperativistas da Região Sul e Extremo Sul marcaram presença no Encontro Regional de Presidentes, Dirigentes e Gestores do Cooperativismo Baiano – Direcoop, que ocorreu no dia 3 de agosto, em Itabuna.
A realização desse encontro é uma das principais ferramentas para o planejamento de estratégias e ações do Sistema OCEB direcionadas para o crescimento e desenvolvimento das cooperativas baianas. Esse foi o destaque que os conselheiros da OCEB e do Sescoop/BA (Sílvio Porto, Edwaldo Pinheiro, Ana Paula Souza, Afrorisval Olímpio e Verônica Alves) e o superintendente do Sistema OCEB, José Alberto Batista, fizeram nas suas falas de boas vindas.
A programação do Direcoop é mantida em todas as cidades que acontece, e as contribuições e percepções dos participantes sobre os assuntos tratados são diversas, embora convergentes, agregando ainda mais importância ao trabalho que a OCEB e o Sescoop/BA realizam para atender às demandas das cooperativas.
A relevância do evento foi um dos aspectos apontados pelo presidente do Conselho de Administração da Cooperativa Educacional de Eunápolis - Cooeduc, Graciano Dias, que avaliou: “É um evento bem útil, esclarece dúvidas, traz novidades e, principalmente, ajuda na gestão cooperativista, além de ouvir as demandas da cooperativa para traçar planos”.
A etapa de debater sobre as propostas que vão compor as cartas que serão dirigidas aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual das eleições 2018 tem sido bem participativa, pois é um dos caminhos para evidenciar os pleitos do cooperativismo.
Para um dos diretores da Cooperativa de Produtores Orgânicos do Sul da Bahia - Cabruca, Antonio Pereira, esse momento oportunizou uma integração maior dentro do encontro, porque a discussão já partiu das questões apresentadas nas cartas e o público acrescentou ou aperfeiçoou as proposições. Já a diretora-presidente da Cooperativa Agrícola de Gandu - Coopag, Ana Paula Souza, concordou que o debate foi muito produtivo, pois “ter essa percepção do que está sendo cobrado pelo Sistema [Cooperativista] aos nossos legisladores é extremamente importante”.
O quarto encontro do ciclo contou com a participação de 46 representantes de 12 cooperativas da Região Sul e Extremo Sul da Bahia e tem proporcionado a troca de experiências entre os cooperativistas. Dessa forma, o Direcoop estimula um dos princípios do cooperativismo, a intercooperação, pois é uma oportunidade onde as cooperativas interagem e fazem negócios.
Na próxima sexta, dia 10 de agosto, será a vez de Vitória da Conquista sediar o Direcoop. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas por meio do site: http://www.eventos.bahiacooperativo.coop.br/
Veja mais fotos do evento clicando aqui. Já o vídeo pode ser conferido aqui.
Por Ascom Sescoop/BA
Fotos: VR14
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A participação democrática do associado, um dos diferenciais do cooperativismo em relação aos demais modelos de negócio, não se restringe apenas ao universo de uma cooperativa. Fazer parte do processo de escolha consciente dos responsáveis pela formulação de leis e políticas públicas no país constitui um dever de todos aqueles que já conhecem o valor da cooperação e se preocupam com o coletivo.
É por isso que a Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) acaba de lançar a cartilha Cooperativismo e as Eleições 2018 e uma série de vídeos (assista ao primeiro). O material, destinado a cooperados, seus familiares e, também, aos empregados das cooperativas, é um instrumento que mostra a importância do voto e da participação efetiva e responsável no processo eleitoral. Os demais vídeos poderão ser acessados diretamente na página preparada pela OCB para a divulgação de todo o material referente ao tema (clique aqui).
ELEIÇÕES
Neste ano serão realizadas eleições gerais em todo o país e cada eleitor tem o desafio de decidir, além dos próximos governantes, o futuro da sua família, da sua comunidade e da sua cooperativa, ou seja, o futuro do Brasil. O voto, além de ser um dos principais direitos do cidadão é, também, um de seus maiores deveres, pois é por ele que o cidadão elege os seus representantes nos poderes Executivo e Legislativo.
No Brasil, o voto é obrigatório para as pessoas alfabetizadas maiores de 18 anos e menores de 70 anos, sendo facultativo para pessoas com idades entre 16 e 18 anos, maiores de 70 anos e analfabetos.
COMPROMISSO
Para o presidente do Sistema OCB, Márcio Lopes de Freitas, cada cooperado deve fazer desse dever cívico um direito, um espaço para ratificar o seu compromisso com um futuro diferente. “A partir do voto, escolheremos aqueles que irão nos representar nacionalmente e também em nosso estado ou distrito, então, pesquisar sobre a vida política dos candidatos, o trabalho desenvolvido anteriormente, assim como sobre seu conhecimento e compromisso com o cooperativismo, é um dos pontos fundamentais para uma tomada de decisão responsável. E as cooperativas, com a realização de debates entre os políticos, podem contribuir diretamente para essa reflexão”, avalia Márcio Freitas.
PÓS-ELEIÇÃO
Além de promover ações que assegurem a escolha mais consciente e de estimular a participação maciça no dia da eleição, é importante que os cooperados acompanhem o trabalho daquele que mereceu seu voto. “Assim, exerceremos, de fato, o nosso papel de cidadãos brasileiros e verdadeiros cooperativistas. É com esse convite, para uma participação efetiva e responsável, que preparamos essa cartilha sobre as eleições, mostrando como podemos colocar em prática nossos direitos e deveres”, afirma o líder cooperativista.
Fonte: Site Sistema OCB
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Depois de Feira de Santana e Salvador, mais uma cidade baiana sediou o Direcoop. Dessa vez, presidentes, gestores, conselheiros e assessores de cooperativas de Irecê e municípios próximos participaram do encontro.
O público foi recebido pela Conselheira Diretora da OCEB e presidente da Coperil, Alaerte Aronia, e pelo superintendente do Sistema OCEB, José Alberto Batista. A conselheira convocou a todos para fortalecer o cooperativismo na região por meio do desenvolvimento da gestão cooperativista e de maior interação entre os ramos das cooperativas, sendo o Direcoop um evento que oportuniza aproximação e diálogo. “É um momento que estamos bem próximos, trocamos experiências e praticamos a intercooperação. Também é um Fórum legal onde as cooperativas colocam suas necessidades, expectativas para fazer parte do conjunto maior para o fortalecimento do cooperativismo”, disse Alaerte.
A programação do evento contou com a apresentação do que o Sistema OCEB tem feito para responder às demandas das cooperativas baianas; a seleção das ações estratégicas que vão compor o plano de trabalho do Sistema OCEB para 2019 e o debate sobre as propostas de cartas que serão destinadas aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual do pleito deste ano.
Comparecendo mais um ano no Direcoop, Jaidy Pereira, diretor administrativo da Cooperativa Agropecuária dos Produtores do Território da Chapada Diamantina – Cooperbonito, comentou que, após cada encontro regional, retorna para a cooperativa mais fortalecido e adquire novos conhecimentos, pois os temas são debatidos coletivamente. “Elencamos 10 propostas que entendemos como suporte principal para o plano de 2019 a 2022, norteando o Sistema OCEB para fazer um trabalho voltado para cada região”, disse ele ao se referir à etapa de escolha das ações estratégicas.
O participante Luis Carlos se comprometeu em socializar tudo o que foi tratado no evento com os demais cooperados da Cooperativa de Mototaxista de Irecê – COOPERMOTI na intenção de melhorar, cada vez mais, a gestão do empreendimento.
O trabalho do Sistema OCEB de se aproximar das cooperativas e ouvir suas demandas foi um dos aspectos tratados pelo superintendente, José Alberto. Ele destacou que a OCEB e o Sescoop/BA “ouvem” as cooperativas em diferentes espaços e momentos, como nos eventos promovidos pelas cooperativas, nas visitas técnicas realizadas pelos analistas do Sistema OCEB e nas assembleias gerais, mas ressaltou que “o Direcoop é o principal evento porque acontece nas 6 regiões do estado e conseguimos ter mais cooperativas participantes”, afirmou.
A agenda no Direcoop continua na próxima sexta, dia 03 de agosto, na cidade de Itabuna. As inscrições continuam abertas e podem ser realizadas em: http://www.eventos.bahiacooperativo.coop.br/.
Clique aqui e confira mais fotos do evento. Já o vídeo com o resumo do que aconteceu em Irecê pode ser visto aqui.
Por Ascom Sescoop/BA
Fotos: VR14
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O cooperativismo baiano marcou presença na 14ª edição da Conferência Mundial das Cooperativas de Crédito, evento promovido pelo Woccu (Conselho Mundial de Cooperativas de Crédito), que aconteceu de 15 a 18 de julho, em Singapura, reunindo mais de 1400 participantes de cooperativas financeiras de 58 países.
Mais de 23 mil lideranças das cooperativas de crédito do mundo já participaram do evento, que tem como objetivo apresentar os resultados, as ações mais inovadoras das instituições e compartilhar as melhores práticas, além de promover o debate sobre o cotidiano das cooperativas e refletir a respeito dos desafios e visão de futuro do sistema no mundo.
Nesta edição foram abordados temas relacionados à tecnologia com foco nos conceitos globais de liderança, mecanismos de defesa digital, diversidade e inclusão, entre outros. Durante os quatro dias, os congressistas estreitaram relacionamento e participaram de sessões de aprendizado com especialistas de grandes instituições que propuseram reflexões relacionadas à inovação e ganho coletivo.
A delegação baiana, formada por gestores de cooperativas de crédito singulares e central da Bahia e conselheiros da OCEB e do Sescoop/BA, retornou com o compromisso de socializar os aprendizados e experiências adquiridos com a participação nessa conferência.
Saiba a opinião de quem participou
“A conferência foi uma oportunidade inspiradora para nós cooperativistas que lutam pelo aperfeiçoamento do sistema e das cooperativas. Dentre as muitas lições que volta na bagagem é a reafirmação de que planejar a sucessão de bons líderes e investir em inovação não se trata de opção, mas de sobrevivência e perenidade para as cooperativas”. (Maria Vandalva Lima de Oliveira, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão no Nordeste e Centro Sul da Bahia – SICOOB COOPERE e Conselheira do SESCOOP/BA)
“O conhecimento de novas culturas e as apresentações dos diversos temas ligados ao cooperativo financeiro de vários países trouxeram bases vitais para nosso dia-dia em nossas comunidades. Saímos deste evento cheio de esperança que o cooperativismo financeiro é e será um grande instrumento de desenvolvimento social e econômico das nações”. (Valeriano Severino de Almeida, Cooperativa de Crédito de Livre Admissão de Associados do Sudoeste Baiano – SICOOB CREDICONQUISTA e Conselheiro Fiscal do SESCOOP/BA)
“Entendo que buscarmos o conhecimento contínuo é extremamente importante para nós, gestores, e participar da Conferência Mundial de Cooperativas foi muito rico, pois reforçou a ideia que devemos avançar em uma velocidade maior no quesito tecnologia digital e avaliarmos com cuidado as vantagens e desvantagens das Fintechs. Gostei muito do evento e aproveito para agradecer ao Sescoop pela oportunidade”. (Vandevaldo Teixeira Rios, Cooperativa Central de Crédito da Bahia – SICOOB CENTRAL BA e Conselheiro da OCEB)
“O ponto central nos alerta para as tendências tecnológicas e suas movimentações, e que nesta roda em movimento não devemos desacelerar, nunca parar. Devemos fortalecer o ensino e dar ferramentas para essa "globalização digital". Outro aspecto importante foi a intercooperação cultural: diversas nações falando e/ou se esforçando para caminharem no mesmo propósito. Um momento como este fortalece as cooperativas de crédito, que juntas percebem como podem fazer a diferença. Agradeço ao Sescoop/BA que tem acreditado na consolidação do cooperativismo baiano”. (Arnóbio Rios de Almeida, Cooperativa de Crédito do Sertão Baiano – SICOOB SERTÃO e Conselheiro Fiscal do SESCOOP/BA)
Próxima edição
A próxima parada, em 2019, será nas Bahamas, entre os dias 28 e 31 de julho.
Por Ascom Sescoop/BA
Com informações do site Portal do Cooperativismo Financeiro e Sicoob Coopere
Notícias representação
A MundoCoop lançou no sábado (7), Dia Internacional do Cooperativismo, o Anuário Brasileiro do Cooperativismo 2018/ 2019, publicação que chega à terceira edição e se consolida como verdadeiro instrumento diário de consulta, de conteúdo diversificado, voltado às necessidades das cooperativas e seus cooperados, com informações e atividades do setor.
O objetivo desta edição é falar de perspectivas e fazer chegar até os leitores informações e opiniões de especialistas. A palavra do setor está materializada em mensagem de Márcio Lopes de Freitas, presidente do Sistema OCB e a visão de futuro é de Roberto Rodrigues, personagem ímpar da história do cooperativismo brasileiro e internacional. Além deles, perspectivas macroeconômicas com Gustavo Loyola e, para o Agronegócio e o Crédito, com executivos de destaque na atividade e no cooperativismo. Tendências em gestão de pessoas, carreira e mundo corporativo são apresentadas pelo olhar de Max Gehringer e Daviane Chemin, entre outros. Para falar sobre mudanças e política, Ives Gandra Martins, referência em Direito Tributário, e o cientista social Antonio Carlos Mazzeo.
A publicação também apresenta cases de cooperativas para cada um dos sete princípios do cooperativismo, como o da Coopeb – Cooperativa Educacional de Barreira (veja na pág. 72).
Acesse a versão digital clicando aqui.
Fonte: MundoCoop (com acréscimos do Sistema OCEB)
Imagem: Divulgação MundoCoop
Notícias representação
Pelo sexto ano seguido o Sistema OCEB realiza o Encontro Regional de Presidentes, Dirigentes e Gestores do Cooperativismo Baiano - Direcoop. A abertura deste ciclo, que acontece em 6 cidades baianas abarcando diferentes regiões, ocorreu em Feira de Santana e reuniu mais de 50 representantes de cooperativas dos ramos trabalho, saúde, transporte, crédito, educacional e agropecuário.
Essa diversidade de representações é uma característica do evento que oportuniza a intercooperação, a proposição de melhorias para o cooperativismo do estado e a apresentação pelas cooperativas das suas demandas para compor o Plano de Trabalho 2019 da OCEB e do Sescoop/BA. Todos esses aspectos foram destacados pelo presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, na sua fala de boas-vindas. Junto com ele, também estava a integrante do Conselho Diretor da OCEB – Ramo Trabalho, Marília Reis, para recepcionar o público.
FOCO DE 2018
O foco deste ciclo é o planejamento estratégico do Sistema OCEB para os próximos quatro anos, onde é apresentada uma lista dos objetivos estratégicos para que os participantes votem e decidam quais objetivos vão nortear as ações que serão implementadas pela OCEB e pelo Sescoop/BA. Para a diretora pedagógica da Cooperativa Educacional Pé de Serra - Coopeps, Sheila Souza, esse foi um diferencial do Direcoop: “Os representantes das cooperativas fazerem parte do planejamento estratégico foi uma novidade e isso é algo que também podemos levar para a nossa cooperativa”.
Durante o encontro, os participantes também opinaram sobre as cartas que serão entregues aos candidatos a Governador, Deputado Federal e Deputado Estadual nas eleições deste ano, contemplando as reinvindicações regionais para o desenvolvimento do cooperativismo. “Nós constamos [nas cartas] as nossas necessidades de projeto legislativo e política pública para todo o cooperativismo do Estado da Bahia”, ressaltou Tecchio.
OPINIÕES
Participando pela primeira vez do evento, o Diretor Executivo da Unicred da Bahia, Breno Lessa, avaliou positivamente o Direcoop porque demonstra a proximidade da OCEB com as cooperativas e, além disso, sensibiliza as cooperativas a participarem, a fazerem parte de algo maior. Ele também achou importante a etapa de debater sobre as cartas para os candidatos para que os “eleitos representem as cooperativas e façam acontecer”, disse.
O Direcoop recebe representantes de cooperativas recém-registradas na OCEB e de pessoas interessadas em constituírem novas cooperativas, como os participantes que vieram da cidade de Irará/BA e estão constituindo, com apoio da OCEB e do Sescoop/BA, dentro do Programa de Orientação Cooperativista – POC, a COAPIIRARA. “É de fundamental importância ter um evento que promove um planejamento estratégico de modo consultivo e participativo ouvindo as demandas efetivas de cada cooperativa”, afirmou Elias Alves.
INSCRIÇÕES ABERTAS
A próxima cidade a sediar o Direcoop é Salvador, no dia 20 de julho. As inscrições estão abertas e podem ser realizadas por meio do site: http://www.eventos.bahiacooperativo.coop.br/
Confira mais fotos do Direcoop em Feira de Santana clicando aqui. Já o vídeo com o resumo dos principais momentos pode ser vistos aqui.
Por ASCOM SESCOOP/BA
Fotos: VR14
Notícias representação
Definir os rumos do cooperativismo baiano para os próximos 4 anos. Com esse objetivo, nos dias 7 e 8 de junho, conselheiros, gestores e funcionários da OCEB e do SESCOOP/BA, se reuniram para elaborar o Planejamento Estratégico Sistêmico 2019-2022.
A base para elaboração do planejamento foi o mapa estratégico do Sistema OCB, já que a OCEB e o SESCOOP/BA, embora atuem para o desenvolvimento do cooperativismo no estado, sempre trabalham alinhados com o sistema nacional. E esse alinhamento com os programas nacionais é uma caraterística do sistema cooperativista baiano, como destacou o presidente do Sistema OCEB, Cergio Tecchio, na sua fala de boas-vindas. Ele também comentou sobre a importância da realização desse evento para pensar o cooperativismo da Bahia para os próximos anos: “precisamos sonhar alto, longe. Têm pontos que precisamos discutir e definir qual será a nossa estratégia de ação, como vamos nos comportar perante as cooperativas. O que definirmos aqui será a orientação para todo o grupo”.
O evento foi mediado pela equipe de Planejamento do Sistema OCB, que utilizou a metodologia “Word café” para que os participantes elaborassem de forma participativa e dialogada as estratégias de atuação para alcançar os objetivos finalísticos e de gestão do sistema que foram definidos pelo coletivo.
“O grande ganho é esse alinhamento entre o nível estratégico, tático e operacional das instituições”, destacou Pricila Topolski, Gerente de Planejamento do Sistema OCB, sobre a oportunidade que o evento proporcionou ao reunir representantes dos conselhos de administração, fiscal e de ética junto com as equipes (da OCEB e do SESCOOP/BA) para definir as prioridades do Sistema para nortear o trabalho de desenvolvimento e estruturação de projetos e atividades.
As estratégias traçadas serão apresentadas durante a rodada de Encontros Regionais de Presidentes, Dirigentes e Gestores do Cooperativismo Baiano - Direcoop, que começa agora em julho e termina em agosto. As lideranças vão priorizar as estratégias que serão implementadas pelo Sistema OCEB. Essa ação contribui para comprometer as cooperativas com o planejamento e auxilia na execução dos planos de trabalho, pois terá a legitimidade de mais de 300 dirigentes, expectativa de público para o Direcoop desse ano.
O evento encerrou com as reuniões dos Conselhos da OCEB e do Sescoop/BA que está constituído com novos representantes para a gestão 2018/2022.
Por Ascom Sescoop/BA
